Obcecado pelo poder, Step Rabbit, grande lider laranja, já escreveu aos "mercados" a tranquilizá-los relativamente à manutenção dos objectivos de consolidação orçamental. Antes, tinhamos as demonstrações da capacidade física de Sócrates exibindo-se em corridinhas pelas capitais que visitava, agora passámos às redacções em inglês barato, por vezes, com erros. Isto demonstra que o homem não se sente muito seguro... e tem toda a razão: afastado o partido do poder há mais de cinco anos, sem conhecer profundamente os problemas, como o demonstram as cansadas e primárias medidas que preconiza, sem nenhuma figura com algum prestígio em Finanças ou Economia, o PSD vai ser mais do mesmo com a agravante de a sua curva de aprendizagem estar no início. Isto é, quando "lá chegar", já acabou de afundar o país....
Por isso, pode dizer-se mais uma vez que a alternância é falsa.
terça-feira, março 22, 2011
Step Rabbit põe-se em bicos de pés
quinta-feira, março 03, 2011
While my Guitar...
Eu pensava que já as tinha ouvido todas.Mas esta também é fabulosa. Com Prince(brrrrr!!!!)
quarta-feira, março 02, 2011
A seguinda vida do OUREM
Apesar de praticamente desactivado o OUREM vai tendo as suas visitas. Só no último mês, houve perto de 700 passagens pelo blog que tiveram a seguinte origem:
Mas há quem nos deixe comentários. É o caso de alguém de nome Lurdes que andou pela Fonte de Santa Teresinha e pelo Cantinho Pitoresco e que pretende algo dos oureenses.
Isto é verdadeiramente uma segunda vida, esta escondida sob a ausência de posts, mas que se traduz na passagem pelas mais de 2000 páginas que ali deixámos nestes oito anos.
Mas há quem nos deixe comentários. É o caso de alguém de nome Lurdes que andou pela Fonte de Santa Teresinha e pelo Cantinho Pitoresco e que pretende algo dos oureenses.
Isto é verdadeiramente uma segunda vida, esta escondida sob a ausência de posts, mas que se traduz na passagem pelas mais de 2000 páginas que ali deixámos nestes oito anos.
sábado, fevereiro 12, 2011
Aos sábados em Ourém
Fez agora uns 52 anos. Era um sábado de Janeiro de 1959. Tal como em outros sábados fui à procura do Condor Popular. Já não me lembro se lá estava o Manuel, o Adelino ou o Vicente. Ou se foi o próprio Joaquim Espada. No magnífico expositor do Central, os meus olhos deram imediatamene com esta capa assombrosa, plena de força do nosso herói do momento. Se o quiser rever, visite o Memorial do Búfalo a partir das 10h.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Caceteiros
Parece que ontem fugiram dois perigosos traficantes presos e transportados em carrinha celular, onde tinham conseguido abrir as algemas. Os polícias que os perseguiram nunca mais os apanharam.
Pudera! Deviam ser muito fraquinhos. Os mais possantes foram, com certeza, espancar sindicalistas. É esta a imagem caricata da nossa polícia. Descasca à fartasana em trabalhadores, sindicalistas e estudantes e fica enroscada perante ladrões, traficantes e outros criminosos.
Pudera! Deviam ser muito fraquinhos. Os mais possantes foram, com certeza, espancar sindicalistas. É esta a imagem caricata da nossa polícia. Descasca à fartasana em trabalhadores, sindicalistas e estudantes e fica enroscada perante ladrões, traficantes e outros criminosos.
quarta-feira, dezembro 22, 2010
Quantos seremos?
Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena.
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!
Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga
Um só que fosse, e já valia a pena.
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!
Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Mais uma revelação: o pseudónimo como auto-censura
O amigo oureense sabia que a grande maioria dos livros que, nos anos 50 e 60, adquiria no Café Central e na Marina e lia extasiado com as mirabulantes aventuras, assinados por “autores famosos de nomeada”, afinal, eram escritos por espanhóis?
Brrrr!!!! Claro que, se soubesse, não os lia tal o ódio que nos incutiam na escola a tal gente...
Mas é esta mais uma revelação que podem encontrar no Memorial do Búfalo a qual chega ao ponto de vos indicar os verdadeiros nomes desses autores alguns dos quais ainda vivos.
Vamos, faça um acesso ao Memorial e imagine-se na Ourém daquele tempo...
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Mentiroso!
Finalmente, parece que há alguma animação lá para os lados da casa amarela.
Como que projectados por uma catapulta, os edis da esquadra laranja levantaram-se e abandonaram a reunião.
É importante mas não basta uma auditoria às contas.
É preciso também auditar os favores à clientela e putativas recompensas.
Mas aí talvez não haja coragem para mexer...
Como que projectados por uma catapulta, os edis da esquadra laranja levantaram-se e abandonaram a reunião.
É importante mas não basta uma auditoria às contas.
É preciso também auditar os favores à clientela e putativas recompensas.
Mas aí talvez não haja coragem para mexer...
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Memorial do Búfalo

Memorial do Búfalo é um blog feito por oureenses, que não é sobre Ourém, mas trata o que muitos oureenses dos anos 50 e 60 eram levados a ler sob a salazarenta ditadura, numa perspectiva dominantemente lúdica, mas, por vezes, crítica.
Uma verdadeira prenda para uma época natalícia já tão toldada por aquilo que as santas almas do governo nos prepararam para o próximo ano…
Uma verdadeira prenda para uma época natalícia já tão toldada por aquilo que as santas almas do governo nos prepararam para o próximo ano…
terça-feira, novembro 30, 2010
Papá, quero uma pista de gelo
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