Coitado do homem!
A soma das reformas não lhe chega para as despesas...
Nunca se habituou a poupar, é certo, como agora recomenda aos desgraçados que nem um naco de pão têm para comer...
Mas vai ter de transportar esse peso...
Aqui fica uma musiquinha para lhe dar ânimo...
and, in the end,
the love you take
is equal to the love
you gave...
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sábado, janeiro 21, 2012
sexta-feira, abril 21, 2006
Por causa do Ukelele
O Ric Jo, no seu Malibu Cola, tem um artigo muito interessante sobre uma guitarra acústica Havaiana muito pequena de apenas 4 cordas: o Ukelele.
A questão é que esse instrumento traz-me alguns sentimento e recordações (por exemplo, o fabuloso “Cavaquinho” do Júlio Pereira) que não posso deixar calados e, por isso, contrariando o momento, todo virado para a comemoração do 25, vamos criar um pequeno enclave.
Contam os amigos que o nosso velho amigo Harrison, quando viajava, transportava consigo sempre dois Ukeleles, um para ele tocar e outro para alguém que conhecesse e o quisesse acompanhar. Imaginem aqueles passeios...
O Harrison morreu já há alguns anos e, no ano seguinte, alguns dos mais chegados fizeram-lhe um concerto de homenagem, algo muito comovente, algo que me recorda sempre os nossos amigos oureenses já desaparecidos e outros que tanto produziram para nós sem nos conhecer.
É verdade, há trinta e dois anos, estávamos bem mais ricos. Tínhamos perdido o Zé Manel, mas o Luís Nuno e o Félix preparavam-se para dar o contributo para o nascimento do Poço, o Vitor Guerra ainda nos acompanhava, o Jó Rodrigues estudava aquelas estranhas ervas com que pretendia melhorar a nossa saúde (um dia chegámos à loja dele: “Ó Jó, para que é que são estas ervas?”, “Sei lá...”), o Lennon preparava mais albuns (a compilação “shaved fish” com o fabuloso Imagine e o Give peace a chance, e o magnífico “Double Fantasy” que trazia o Woman e a capa mostrava a malvada Beatlecida), o George ainda faria o Cloud Nine, deixaria músicas para o póstumo, ajudaria a regressar os Beatles com a Antologia, dinamizaria os Travelling Wilburys, o Zeca ainda tinha muito para dar (“com as minhas tamanquinhas”, “fura-fura”, “como se fora seu filho”, “enquanto há força”...) e o Adriano cantava e não lhe ficava atrás (“que nunca mais”, “cantigas portuguesas”). Deram-nos muita coisa a partir do 25. Depois, pouco a pouco, deixaram-nos...
Imagino-os lá em cima, naquela confraternização que a sua qualidade de espírito puro, nada sujeito às barreiras que a matéria cria, proporciona. Se calhar atentos ao tributo que foi prestado ao George que os outros também mereceriam naquilo em que se tornaram notados entre nós. Uma das peças desse tributo foi uma nova versão do “Something” que, e aqui está a razão do post, foi introduzida por Ukelele. Ora oiçam...
Claro que, em DVD, ainda é mais interessante, pois mostra-nos algumas particularidades dos intervenientes: do baterista, do Clapton..., dos instrumentos a associarem-se um por um... A mim, bate-me especialmente a transição para a versão convencional. Por tudo isto, sempre que oiço esta canção ela traz-me a recordação dos nossos amigos, destes que vos falei. Tudo isto estava guardado para mais tarde, mas o artigo do Ric Jo levou-ma a antecipá-lo. São danados estes jovens ourenenses...
Paul McCartney - Something (Concert for George) from Samuel Bello on Vimeo.
O Ric Jo, no seu Malibu Cola, tem um artigo muito interessante sobre uma guitarra acústica Havaiana muito pequena de apenas 4 cordas: o Ukelele.
A questão é que esse instrumento traz-me alguns sentimento e recordações (por exemplo, o fabuloso “Cavaquinho” do Júlio Pereira) que não posso deixar calados e, por isso, contrariando o momento, todo virado para a comemoração do 25, vamos criar um pequeno enclave.
Contam os amigos que o nosso velho amigo Harrison, quando viajava, transportava consigo sempre dois Ukeleles, um para ele tocar e outro para alguém que conhecesse e o quisesse acompanhar. Imaginem aqueles passeios...
O Harrison morreu já há alguns anos e, no ano seguinte, alguns dos mais chegados fizeram-lhe um concerto de homenagem, algo muito comovente, algo que me recorda sempre os nossos amigos oureenses já desaparecidos e outros que tanto produziram para nós sem nos conhecer.
É verdade, há trinta e dois anos, estávamos bem mais ricos. Tínhamos perdido o Zé Manel, mas o Luís Nuno e o Félix preparavam-se para dar o contributo para o nascimento do Poço, o Vitor Guerra ainda nos acompanhava, o Jó Rodrigues estudava aquelas estranhas ervas com que pretendia melhorar a nossa saúde (um dia chegámos à loja dele: “Ó Jó, para que é que são estas ervas?”, “Sei lá...”), o Lennon preparava mais albuns (a compilação “shaved fish” com o fabuloso Imagine e o Give peace a chance, e o magnífico “Double Fantasy” que trazia o Woman e a capa mostrava a malvada Beatlecida), o George ainda faria o Cloud Nine, deixaria músicas para o póstumo, ajudaria a regressar os Beatles com a Antologia, dinamizaria os Travelling Wilburys, o Zeca ainda tinha muito para dar (“com as minhas tamanquinhas”, “fura-fura”, “como se fora seu filho”, “enquanto há força”...) e o Adriano cantava e não lhe ficava atrás (“que nunca mais”, “cantigas portuguesas”). Deram-nos muita coisa a partir do 25. Depois, pouco a pouco, deixaram-nos...
Imagino-os lá em cima, naquela confraternização que a sua qualidade de espírito puro, nada sujeito às barreiras que a matéria cria, proporciona. Se calhar atentos ao tributo que foi prestado ao George que os outros também mereceriam naquilo em que se tornaram notados entre nós. Uma das peças desse tributo foi uma nova versão do “Something” que, e aqui está a razão do post, foi introduzida por Ukelele. Ora oiçam...
Claro que, em DVD, ainda é mais interessante, pois mostra-nos algumas particularidades dos intervenientes: do baterista, do Clapton..., dos instrumentos a associarem-se um por um... A mim, bate-me especialmente a transição para a versão convencional. Por tudo isto, sempre que oiço esta canção ela traz-me a recordação dos nossos amigos, destes que vos falei. Tudo isto estava guardado para mais tarde, mas o artigo do Ric Jo levou-ma a antecipá-lo. São danados estes jovens ourenenses...
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
Memórias do Vinil (6)
A minha primeira relação com o mercado de trabalho foi, pelos quinze anos, quando fui substituir, em momento de férias, uma pessoa que trabalhava no posto de turismo em Fátima que ocupava cerca de metade do espaço onde é, hoje, a farmácia. Autêntico trabalho infantil durante duas semanas que procurava explorar os meus conhecimento de inglês e francês pondo-os ao serviço dos peregrinos. Não era difícil, havia um lote de coisas preparadas para distribuir e informar e os visitantes também não eram muitos: "Ora, tem aqui a Capelinha. Também pode ir aos Valinhos ver a loca do Anjo...".
Assim, nos muitos momentos livres, dediquei-me a fazer o reconhecimento do local. E estava nesta prospecção quando, de repente, os meus olhos deram com algo de diferente, algo com a forma de uma mala. A curiosidade forçou-me a abrir aquilo e fiquei deslumbrado com a visão. Pela primeira vez, tinha à minha frente um gira-discos. Ainda emocionado, fechei-o e recoloquei-o no mesmo sítio.
Mas, no dia seguinte, a recordação daquela visão não me deixou descansado. Voltei a abri-lo e liguei-o, testando aqueles manípulos que diziam 33, 45 e 78. Vi que aquilo andava e até produzia algum som. Continuei a procurar...
Acabei por descobrir um single dos Beatles de nome "All my loving" e outra canção cujo intérprete já não recordo e que se chamava "This land is your land".
Fátima ganhou novo encanto. Os dias seguintes passei-os a ouvir a maravilhosa viola do Harrison e aquelas vozes que nunca mais me largaram. Em frente ao posto de turismo, os peregrinos e as meninas daquelas lojecas todas iguais, símbolo de mercado de concorrência perfeita, parecia que dançavam ao som da música que eu lhes dava.
Ao fim do dia, quando regressava para junto da oficina do meu pai, os sinos que cantavam a Avé Maria, pelas sete horas, confundiam-se com o magnífico som que não conseguia largar a minha mente...
Close your eyes and I'll kiss you,
Tomorrow I'll miss you;
Remember I'll always be true.
And then while I'm away,
I'll write home ev'ry day,
And I'll send all my loving to you.
I'll pretend That I'm kissing
the lips I am missing
And hope that my draems will come true.
And then while I'm away,
I'll write home ev'ry day,
And I'll send all my loving to you.
All my loving I will send to you.
All my loving, darling I'll be true.
Close your eyes and I'll kiss you,
Tomorrow I'll miss you;
Remember I'll always be true.
And then while I'm away,
I'll write home ev'ry day,
And I'll send all my loving to you.
I'll pretend That I'm kissing
the lips I am missing
And hope that my draems will come true.
And then while I'm away,
I'll write home ev'ry day,
And I'll send all my loving to you.
All my loving I will send to you.
All my loving, darling I'll be true.
quinta-feira, maio 13, 2004
A alma dos Beatles
Ele vem aí para o Rock in Rio. Mas acreditem que não estarei lá para o ver e o ouvir, àquele que ontem cantava uma espécie de deixa lá.
Distintos oureenses recordam com certeza a minha fixação nas canções dos Beatles, em tudo semelhante à daquela senhora no défice, assim estranharão uma entrada como a anterior.
Tenho as minhas razões.
Reparem na podução de cada um dos elementos do grupo após a separação.
McCartney elaborou dezenas de canções mas, com excepção de Mull of Kyntire ou Let me roll it, nenhuma terá atingido o estatuto do que acontecia com as do grupo. Mesmo na companhia dos Wings, o que aqueles concertos parecem é uma sessão de gritos, vozes esganiçadas, saltos, olhos a abrir e a fechar, caretas e cabeça a dar para a esquerda e para a direita.
Lennon não foi tão produtivo, mas deixou-nos o imortal Imagine e o fabuloso Jealous Guy a que acabámos por dar mais atenção a partir de uma homenagem proporcionada pelos Roxy Music.
Ringo, com o seu ar displicente, rodeou-se de bons músicos, procurou duas ou três canções de sucesso e para aí anda a recordar velhos tempos.
Põe-se então a questão: por que eram eles criadores tão dotados em grupo e isoladamente pouco fizeram que se possa comparar com aquele fabuloso ano de 1964 e alguns dos que se seguiram até à separação?
Harrison deu uma resposta: com esta (a separação), a alma dos Beatles ter-se-ia transferido para os Monty Python.
Não sei como é que ele se convenceu deste disparate, a verdade é que não estou de maneira nenhuma de acordo.
Voltemos às canções dos Beatles. Recordemos Something. Não terá algo de arrepiante? Haverá solos mais bonitos do que os de While my Guitar...?
Por que é que as canções tinham um ritmo, uma força que não é comum às dos elementos isolados?
Atentem na autoria das duas canções mencionadas. Não é de Lennon-McCartney como era vulgar surgir, mas de Harrison.
Então atrevo-me a concluir, eles permitiam-lhe que trabalhasse nos arranjos, eles serviam-se da sua capacidade instrumental, eles aproveitavam a sua tendência para a inovação a nível de sonoridade, mas, em termos de criação, abafavam-no e sujeitaram-no ao seu despotismo esclarecido, suportado pela feitura dos primeiros êxitos. Por alguma razão, é já numa fase de decadência, que ele consegue contribuir com mais de uma boa canção para um excelente álbum: Abbey Road.
Efectivamente, o génio de Harrison só veio a revelar-se posteriormente à separação. Isso aconteceu em múltiplas novas canções que em tudo recordam o som anterior do conjunto, ele é sem dúvida o que mais se aproxima do que o grupo transmitia. Aconteceu, também, com novas versões daquelas com que tinha contribuído para o êxito do grupo nas quais foi acompanhado por um grupo de amigos que cada vez mais me fazem lembrar aqueles com quem anualmente nos reunimos no Poço. Aconteceu, finalmente, no álbum gravado com o filho e editado a título póstumo.
Ouvir os solos fabulosos de Clapton no concerto no Japão insertos naquelas duas canções dá-me um extraordinário prazer. Ouvir a contribuição do George para aquelas outras canções feitas posteriormente pelo grupo de novo reunido com a voz do defunto John a surgir como que das profundezas é sem dúvida excelente. Deliciar-me com uma versão country do While my guitar inserta na Antologia mostra-me que uma grande canção poderá assumir múltiplas formas.
Mas o que mais me comoveu, aquilo que eu andei dias seguidos a ver e ouvir sempre com imenso gosto, sujeitando a família à produção de protestos por tamanha esquizofrenia, foi aquela monumental homenagem a Harrison, documentada no DVD Concert for George, onde o testemunho da amizade a alguém que já partiu foi feita com uma competência extrema e com uma emoção que a todo o momento se transmite ao espectador, demonstrou que pode ser suportado por momentos de alegria que em nada ofendem a memória dos que já partiram e me levou a conhecer mais uma contribuição do património de Harrison que desconhecia e que me surgiu pela voz de Clapton: Beware of darkness.
Então, voltemos aos nossos amigos já desaparecidos. O que se diz deles, o que se conta sobre as suas acções, as pequenas brincadeiras recordadas são a demonstração que eles estão junto de nós, pelo menos dos que os recordam sempre: ao Zé Manel, ao Jó Rodrigues, ao Vitor Guerra, ao Luís Nuno, ao Félix.Ao mesmo tempo constatamos que estão, cada vez mais, em melhor companhia: Lennon, Adriano, Zeca, Harrison...
É óbvio que nos é impossível fazer uma homenagem como a prestada a Harrison aos nossos amigos de Ourém que já partiram, mas ver e ouvir tal documento é com certeza a fonte de um bom conjunto de recordações acerca deles e, por isso, naturalmente, recomendável.
Ele vem aí para o Rock in Rio. Mas acreditem que não estarei lá para o ver e o ouvir, àquele que ontem cantava uma espécie de deixa lá.
Distintos oureenses recordam com certeza a minha fixação nas canções dos Beatles, em tudo semelhante à daquela senhora no défice, assim estranharão uma entrada como a anterior.
Tenho as minhas razões.
Reparem na podução de cada um dos elementos do grupo após a separação.
McCartney elaborou dezenas de canções mas, com excepção de Mull of Kyntire ou Let me roll it, nenhuma terá atingido o estatuto do que acontecia com as do grupo. Mesmo na companhia dos Wings, o que aqueles concertos parecem é uma sessão de gritos, vozes esganiçadas, saltos, olhos a abrir e a fechar, caretas e cabeça a dar para a esquerda e para a direita.
Lennon não foi tão produtivo, mas deixou-nos o imortal Imagine e o fabuloso Jealous Guy a que acabámos por dar mais atenção a partir de uma homenagem proporcionada pelos Roxy Music.
Ringo, com o seu ar displicente, rodeou-se de bons músicos, procurou duas ou três canções de sucesso e para aí anda a recordar velhos tempos.
Põe-se então a questão: por que eram eles criadores tão dotados em grupo e isoladamente pouco fizeram que se possa comparar com aquele fabuloso ano de 1964 e alguns dos que se seguiram até à separação?
Harrison deu uma resposta: com esta (a separação), a alma dos Beatles ter-se-ia transferido para os Monty Python.
Não sei como é que ele se convenceu deste disparate, a verdade é que não estou de maneira nenhuma de acordo.
Voltemos às canções dos Beatles. Recordemos Something. Não terá algo de arrepiante? Haverá solos mais bonitos do que os de While my Guitar...?
Por que é que as canções tinham um ritmo, uma força que não é comum às dos elementos isolados?
Atentem na autoria das duas canções mencionadas. Não é de Lennon-McCartney como era vulgar surgir, mas de Harrison.
Então atrevo-me a concluir, eles permitiam-lhe que trabalhasse nos arranjos, eles serviam-se da sua capacidade instrumental, eles aproveitavam a sua tendência para a inovação a nível de sonoridade, mas, em termos de criação, abafavam-no e sujeitaram-no ao seu despotismo esclarecido, suportado pela feitura dos primeiros êxitos. Por alguma razão, é já numa fase de decadência, que ele consegue contribuir com mais de uma boa canção para um excelente álbum: Abbey Road.
Efectivamente, o génio de Harrison só veio a revelar-se posteriormente à separação. Isso aconteceu em múltiplas novas canções que em tudo recordam o som anterior do conjunto, ele é sem dúvida o que mais se aproxima do que o grupo transmitia. Aconteceu, também, com novas versões daquelas com que tinha contribuído para o êxito do grupo nas quais foi acompanhado por um grupo de amigos que cada vez mais me fazem lembrar aqueles com quem anualmente nos reunimos no Poço. Aconteceu, finalmente, no álbum gravado com o filho e editado a título póstumo.
Ouvir os solos fabulosos de Clapton no concerto no Japão insertos naquelas duas canções dá-me um extraordinário prazer. Ouvir a contribuição do George para aquelas outras canções feitas posteriormente pelo grupo de novo reunido com a voz do defunto John a surgir como que das profundezas é sem dúvida excelente. Deliciar-me com uma versão country do While my guitar inserta na Antologia mostra-me que uma grande canção poderá assumir múltiplas formas.
Mas o que mais me comoveu, aquilo que eu andei dias seguidos a ver e ouvir sempre com imenso gosto, sujeitando a família à produção de protestos por tamanha esquizofrenia, foi aquela monumental homenagem a Harrison, documentada no DVD Concert for George, onde o testemunho da amizade a alguém que já partiu foi feita com uma competência extrema e com uma emoção que a todo o momento se transmite ao espectador, demonstrou que pode ser suportado por momentos de alegria que em nada ofendem a memória dos que já partiram e me levou a conhecer mais uma contribuição do património de Harrison que desconhecia e que me surgiu pela voz de Clapton: Beware of darkness.
Então, voltemos aos nossos amigos já desaparecidos. O que se diz deles, o que se conta sobre as suas acções, as pequenas brincadeiras recordadas são a demonstração que eles estão junto de nós, pelo menos dos que os recordam sempre: ao Zé Manel, ao Jó Rodrigues, ao Vitor Guerra, ao Luís Nuno, ao Félix.Ao mesmo tempo constatamos que estão, cada vez mais, em melhor companhia: Lennon, Adriano, Zeca, Harrison...
É óbvio que nos é impossível fazer uma homenagem como a prestada a Harrison aos nossos amigos de Ourém que já partiram, mas ver e ouvir tal documento é com certeza a fonte de um bom conjunto de recordações acerca deles e, por isso, naturalmente, recomendável.
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