sexta-feira, março 11, 2005
11 de Março de 1975
quinta-feira, março 10, 2005
Entretanto o sítio do picapau laranja promove a Coca-Cola...
Via arquivo fotográfico

O percurso

Com a circulação e estacionamento no interior de Ourém em estado caótico, é de acreditar que este simpático meio para visualizar a nossa terra tenha uma utilização assaz deficitária, sendo mais uma forma de desperdiçar o dinheiro dos contribuintes. É caso em que se pode dizer: "vale mais ir a pé".
El final del verano
Llego, y tu partiras
Yo no se hasta cuando
Este amor recordaras
Pero se que en mis brazos
Yo te tuve ayer
Eso si que nunca
Nunca yo olvidare
Dime dime dime dime amor
Dime dime que es verdad
Lo que sientes en tu corazon
Es amor en realidad
Nunca nunca nunca nunca mas
Sentire tanta emocion
Como cuando a ti te conoci
Y el verano nos unio
Este é mais um exemplo das canções que celebravam os amores de Verão. Tem a particularidade de me ter perseguido durante vários anos através de uma daquelas séries intermináveis produzidas pelos nuestros hermanos. O local específico que me traz à memória é sempre a magnífica Nazaré do meu tempo, pejada de amigos oureenses, com o fabuloso desenho da encosta do sítio e a cena do rocinante (obrigado por esta designação, Marco Jacinto) com as patas no ar.
quarta-feira, março 09, 2005

A apresentadora

É já no próximos dias 11 de Março, pelas 22h15, 12 de Março pelas 04h00 e, ainda por confirmar, dia 13 de Março pelas 15h30, que a RTP internacional vai transmitir o programa "Casa Portuguesa" gravado em Ourém, num Cine-Teatro cheio de oureenses.
Desporto, cultura, e artesanato foram alguns dos temas abordados, que agora vão poder ser vistos ou lembrados. A não perder!
Fonte: O sítio da Câmara
Por Marco Jacinto
Enraizou-se nas populações de Ourém a infeliz associação entre religião e os partidos de direita.
Mais triste são aqueles para quem o “hábito” não foi adquirido pela hipótese acima lançada, mas sim por este “hábito” se ter transformado num excelente cavalo de batalha político/social. A estes contarei apenas esta história:
Um dia um padre numa cidade do Far West sem saber comprou um cavalo que tinha sido montado durante muitos por um bêbado inveterado. O rocinante obrigava o seu reverendo a parar diante de cada taberna e a parar pelo menos durante alguns momentos. O pastor arranjou por isso má reputação entre os fiéis e acabou, desesperado, por se tornar mesmo um bêbado.
Não pode dizer-se que uma Ourém que, em pouco mais de quinze dias, consegue trazer ao seu seio uma Ourem Cyber Party, o Zé Pedro, a Ana Magalhães, o Helder Costa, uma festa do vinho novo e ainda organize um forum estudantil seja um deserto cultural.
terça-feira, março 08, 2005
UM EPISÓDIO (E UMA LEITURA) LEMBRADOS COMO HOMENAGEM
À MULHER, A TODAS AS MULHERES
Por Sérgio Ribeiro
Havia o risco de se substituir o princípio da igualização no progresso, que vem de Roma, do Tratado de 1957, e que significa que se devem ir aproximando as situações dos vários países Estados-membros daquela que tivesse melhor nível social, por um outro princípio (mau… mas princípio!) das prescrições mínimas, vindo do Tratado de Maastrich, que se traduz por se fixar um nível mínimo para as condições sociais, abaixo das quais nenhum Estado-membro poderia descer.
Quereria dizer que, em vez das semanas de licença de parto se deverem aproximar, progressiva-mente, do regime praticado no País em que este número seria mais elevado, isto é, de um tecto com tendência para ir estando mais acima, se deveria estabelecer um valor mínimo que teria de valer para todos os países, isto é, um chão.
Fazendo parte dessa comissão – não o único homem, mas o único de barbas! –, senti indignação por tais posições, talvez pragmáticas…
Não tenho qualquer relutância em aceitar que essa indignação tivesse laivos femininos pois, não sendo mulher, me indignou a equiparação da gravidez e do parto, o período e o acto de gerar e de dar vida, a um período de doença!
Recusei-o liminarmente, indiferente aos cálculos sobre períodos de licença e compensações monetárias para esses diferentes estados. Há muita coisa da nossa vida que tem de ter critérios de avaliação que não sejam mercantis.
Hoje, 8 de Março de 2005, vou à estante e, entre algumas edições da editora que Prelo se cha-mou, retiro um livro da colecção “documentos” – O problema feminino e a questão social – e reproduzo um texto de Lenine seleccionado para essa colectânea publicada em 1973, há 32 anos, um ano antes do 25 de Abril!
“(…) A nós, não nos basta a democracia, nem sequer a democracia para os oprimidos pelo capitalismo, incluindo o sexo oprimido.
A tarefa principal do movimento operário feminino consiste na luta pela igualdade económica e social da mulher, e não só pela igualdade formal. A tarefa principal consiste em incorporar a mulher no trabalho social produtivo, arrancá-la à escravidão do lar, libertá-la da submissão – embrutecedora e humilhante - ao eterno e excepcional ambiente da cozinha e de quartos do crianças. Esta é uma luta prolongada, que requer uma radical transformação da técnica social e dos costumes. Mas esta luta terminará com a plena vitória do comunismo.”
(sobre o dia internacional da operária, 1920)
A resposta que tivemos a esta questão, reduzida aos comentários do Joca e do Otelo, não é muito esclarecedora, aliás permite uma conclusão difusa.
Para Joca, a actividade da Câmara é anedótica, dando o exemplo de um deficiente que, nem com a ajuda de um intermediário, consegue ser atendido. A sua descrição lembra-me um caso testemunhado por um daqueles noticiários televisivos em que mostraram uma pessoa numa cadeira de rodas, alguns metros acima de uma estrada e a quem foi destruída a respectiva serventia. Infelizmente, a aplicação cega de decisões é muitas vezes comum a nível autárquico.
Na minha perspectiva, a adaptação à mudança tambem é muito lenta nestas organizações. Por outro lado, a capacidade para ser um agente da mudança também é muito fraca e prejudicada pelo interesse em que as coisas permaneçam como estão, pois são essas condições que facilitam a manutenção do domínio.
Mas o comentário de Otelo é extremamente esclarecedor. Por mais que nos custe acreditar dado o que vemos a toda a hora, a actividade da Câmara é essencial para que exista um pouco de ordem nisto pelo que há que considerar que ela fornece serviços de utilidade de que há uma aceitação geral sobre a sua necessidade.
Nestas condições, podemos colcluir que o grau de pertença da nossa Câmara ao conjunto das organizações relevantes é de 50%.
Mas esta conclusão indicia uma outra: é que, se ela não se transformar para servir efectivamente as necessidades da população e para se adaptar à mudança, ela continuará por muito tempo a ter um grau de pertença de 50% ao conjunto das irrelevantes.
Por Byn_Tex
(...) Não estando esquecido da análise das eleições, sinto-me um pouco impotente perante tal cenário. Acho que tenho de fazer uma análise histórica de toda a região, tipo recuar umas centenas de anos na história para ver se consigo entender tal devoção ao PSD, deverá com certeza existir uma raiz para tudo isto. Terá começado com D.Nuno Álvares Pereira? Serão resíduos de um Portugal à distância de séculos? Haverá uma explicação,as coisas não são assim porque são assim.
Quando penso nisso acho que é uma espécie de paralisia entranhada bem fundo nos ossos de quem vota desta maneira. Será a proximidade do fenómeno de Fátima? Poderá ser... Mas , são poucos anos desde 1917 até agora, o que é isso na história do Homem?
Será do rosmaninho? ou dos oregãos?
Há em tudo isto um género de vassalagem, contida ou não, se fecharmos os olhos um bocado sentados nos Castelos, podemos pensar que vivemos ainda na Idade Média, extrapolando bem o cenário poderá ser isso que encontramos. Uma população altamente desinformada, que vota por hábito, como o monge.
Quando olhamos para a cidade e suas franjas conseguimos perceber que lá já chega alguma informação, conhecimento e perspicácia.
Será o amarelo hipnotizador? ou o laranja?
Tendo em conta a quantidade de larangeiras existentes no concelho de Ourém, podemos talvez afirmar que as pessoas votam PSD para não perderem os seus frutos..
De podre em podre até à podridão final. Uma cambada de conservadores, com medos, medos de um poder quase absolutista.
Evidente que isto desmoraliza o mais incauto lutador, mas, um dia , tal como no Outono caiem as folhas das árvores também cairá em Ourém essa corte corrupta, absolutista e medieval.
Nem que tenha de cair granizo...
O primeiro passo na minha opinião é a informação, a discussão, a conversa, agitar mentes, fazer as pessoas pensar pela sua cabeça e fazê-las sair da alienação em que se encontram.
segunda-feira, março 07, 2005
Uma organização que seja relevante possui as seguintes características:
• fornece uma série de serviços considerados pelos utentes como de utilidade máxima no momento presente;
• é reconhecida como capaz de se ajustar rapidamente a uma mudança igualmente rápida das necessidades do utente;
• além disso, os seus serviços são fornecidos de tal forma que os utilizadores possam ter acesso a eles sem recurso a intermediários e
• existe uma aceitação geral, por parte do público, de que a actividade prosseguida pela organização é socialmente benéfica ainda que individualmente não a utilize ou não a possa utilizar.
Será que o município de Ourém pode garantir que reune, ao menos, duas destas características?
No tempo em que vivemos, a comunicação assume vital importância.
Sem dúvida, que o conhecimento é, há muito, o motor do desenvolvimento. Hoje, a comunicação é o ingrediente (?????) maior no acesso ao conhecimento.
Se é verdade que ainda persistem muitas fronteiras físicas e culturais, é sem dúvida ao nível da comunicação que o processo de globalização está mais avançado, com todos os aspectos positivos e negativos que daí decorrem. É um processo que ninguém conseguirá parar (este ar profético deve vir da ligação a Fátima desde tenra idade...), pelo menos na parte do mundo em que persistimos nos valores da democracia.
É neste contexto que a Câmara Municipal de Ourém se apresenta na INTERNET, com um rosto renovado, com mais informação, e também com uma perspectiva mais utilitária.
Apresentamo-nos ao mundo, dando a conhecer a realidade de um concelho equilibrado em que o emprego, a educação, a cultura, o ambiente, as acessibilidades, entre outros factores de desenvolvimento, são parte de um bom nível de vida (o tal que é medida pelo poder de compra per capita? Quem é que não conta para as estatísticas?) que temos e que continuamos a melhorar.
Igualmente nos apresentamos aos oureenses dando-lhes um melhor conhecimento da sua terra e colocando à sua disposição um conjunto de informações úteis e instrumentos de trabalho que visam tornar mais fácil o relacionamento dos munícipes com a Câmara Municipal, para tratamento de muitos assuntos relacionados com a vida pública ou com pretensões particulares que, por imperativo legal, são tratados ao nível municipal.
A todos deixamos este contributo para adequada comunicação com Ourém, com o pedido de eventuais sugestões (geralmente desaparecidas nas caixas de mail) que possam contribuir para a boa qualidade do serviço que queremos prestar.
O Presidente da Câmara Municipal
Dr. David Catarino
É já nos próximos dias 17, 18 e 19 de Março que vai ter lugar a segunda edição do Fórum Estudante do Centro, um evento que traz dezenas de instituições de ensino ao Centro de Negócios de Ourém, dando a conhecer cursos e respectivas saídas, com muita animação à mistura.
domingo, março 06, 2005
A Pública e a Única, revistas, respectivamente, do Público e do Expresso, traziam dois artigos bastante engraçados acerca destes locais de resistência à onda rosa.
No caso de Aviz ressalta claramente o trabalho dos autarcas, referindo-se a política de emprego seguida e mostrando-se alguns resultados em termos de ruas limpas, casas bem conservadas e recordação do património de luta já anterior ao 25 de Abril.
No caso de Leiria, os símbolos têm a ver com a Igreja e com o desenrascanço individual ligado a quatro ou cinco pessoas em quem assenta a imagem do distrito e a quem o próprio PS necessita de recorrer. E afirma-se:
a região, sob o ponto de vista identitário, não inclui zonas do distrito como Caldas da ainha ou Bombarral e inclui outras que estão fora do distrito, como Fátima e Ourém. Ou seja, o mapa da região ideológica corresponde mais à diocese de Leiria-Fátima do que ao distrito de Leiria.
Esta manhã, quando cheguei ao blog, tinha lá este comentário (sempre esperado, sempre desejado) do Sérgio
Bom dia, Luís
Na ressaca de uma noitada com o Helder e amigos - em que fizeste falta! - apanho com a tua interessante caracterização ministerial e com este a nota sobre impostos. Regresso a um 'outro mundo'. E lembro, do meu velho Quelhas, o que retive sobre impostos directos e indirectos, sua diferença na vertente social, Indirectos quase-cegos e naturalmente injustos, directos susceptíveis de concretizarem alguma justiça social. Em Portugal, a questão maior nos impostos parece-me estar no seu pagamento: quem paga e quem não paga. E porquê?
Desculpa lá, Luís, mas receio bem que o teu benefício da dúvida, a tua esperança, seja bem mais querida e cíclica ilusão. Legítima mas muito perigosa em política!
E dou por mim a matutar: terei feito mal em depositar esperanças no PS, em dar o benefício da dúvida (até Setembro, lembrem-se) a este governo?
Será que o ministro fez mal em aludir a uma possível subida de impostos? Eu até o compreendo: isto está tão mau que, se o homem não quiser provocar muitas feridas sociais, tem que buscar mais receita. Ele vai procurar mais receita para não utilizar as receitas que a direita tem engatilhadas: despedir funcionários públicos e diminuir e atrasar reformas de pensionistas. Então até parece que é legítimo.
Mas, parece que foi ontem: recordo um encontro de Sócrates com os empresários, um encontro em que ele próprio se atreveu a brincar:"Meus senhores, os impostos não vão aumentar". Ao longo da campanha isto foi sendo reafirmado e não foram precisas 24 horas sobre o anúncio do novo governo para aquela promessa ser desmentida.
Com Durão foi a mesma coisa. Este até prometeu um choque fiscal que se traduzia em baixar impostos e depois foi o que se viu.
Assim, é com muito desgosto que vejo os políticos a recorrerem sistematicamente à mentira. Não sou eu que crio e vivo em ilusões, eles é que usam sempre promessas que não querem cumprir com o objectivo de cativar o eleitorado.
Choca-me e entristece-me muito que isto aconteça na área política que eu considero mais recomendável. Aliás, gostava que os socialistas oureenses se pronunciassem sobre isto. Concordam com o que está a acontecer? Ou devo preparar-me para que amanhã Sócrates venha já desmentir o seu colaborador?
Há dias, em conversa com um amigo mais causticado com a actividade dos políticos, ele dizia-me: "sabes, Luís, estou convencido que o problema não está nas doutrinas, nos programas. O problema está nas pessoas que as vão pôr em prática". E continuava com uma enormidade destas: a social democracia e a democracia cristã são tão ou mais capazes de trazer a felicidade às pessoas e a justiça do que o socialismo. Basta que os seus praticantes lhes respeitem os princípios".
É verdade, teria sido preferível que Sócrates dissesse: "meus amigos, eu não sei o que vou encontrar. Tentarei não aumentar os impostos, mas se tiver de ser...". A política tem que ser a actividade mais transparente do homem. Um partido só merece o nosso voto depois de nos dizer tudo o que poderemos esperar da sua actuação.
Uma nota adicional sobre a questão dos directos e dos indirectos. O Sérgio tem razão quando me lembra a mensagem do Quelhas quanto à concretização de alguma justiça social. O problema que estes teóricos do Quelhas e das outras escolas esquecem é que isso implica um sistema de informação fidedigno sobre os rendimentos. Que nunca se implementa e que atira os impostos directos sempre para cima dos mesmos. Assim, em determinado contexto, não me parece errado que o padrão de consumo indicie o tipo de contribuinte presente e tentar fazer justiça a partir do mesmo, no seu acto: isentar leite, arroz, carne e outros consumos de primeira necessidade e taxar a 40 ou 50% bebidas, altas cilindradas e consumos de luxo não prejudicará os explorados e oprimidos a não ser que eles andem a esconder a sua verdadeira situação.
sábado, março 05, 2005
Contrariamente ao prometido por Sócrates, o futuro ministro das Finanças já afirmou que pode haver necessidade de fazer o IVA subir.
O IVA é um imposto sobre o consumidor final escondido no preço dos bens. Quando pago pelas empresas, estas têm possibilidade de proceder à sua dedução. O mesmo é dizer que alguns bens comprados pelo utilizador final podem ser sujeitos a um processo de falsa facturação que faça julgar que os mesmos são comprados por uma empresa e assim fugir ao imposto. Como quem possui empresas em geral são os detentores da riqueza, pensa-se que o IVA é um imposto fortemente penalizador das pessoas que auferem baixos rendimentos.
É possível estabelecer alguma discriminação neste imposto, levando a isentar ou associar uma taxa mais baixa a produtos de primeira necessidade e a subir a taxa nos produtos de luxo. Mas esta discriminação pode não ser compreendida e aceite no seio da UE. Veja-se o que aconteceu recentemente com a tentativa de uma taxa mais baixa para fraldas para bebé levada a cabo por Bagão.
Um imposto sobre o consumo talvez fosse mais susceptível de gerar justiça fiscal se não fosse dedutível e se permitisse que as autoridades locais procedessem com total liberdade à fixação de taxas.
Mas, mais uma vez, a perda de soberania ligada à integração na UE, faz com que a utilização de instrumentos fiscais seja extremamente limitada num país como Portugal.
16 novos ministros. 16 esperanças.
Tenho que falar nestes moldes. Eu prometi, eu garanti o benefício da dúvida até Setembro. E tenho que respeitar a minha palavra. Mesmo que me pareça que aquelas pessoas têm mais a ver com a direita, com a tecnocracia do que com a solução dos problemas numa perspectiva de esquerda.
Será possível descobrir nelas alguma esperança? Vamos ver, caso a caso.
sexta-feira, março 04, 2005
Não é querer mal aos oureenses, mas...
Santana volta à Câmara Municipal de Lisboa.
Já é azar. Livro-me dele no governo e aparece-me em Lisboa.
Há tempos, constou que queria fazer terminar o meu comboio de estimação em Algés.
O que é que aquela cabecinha vai trazer mais?
Estarei a ler bem?
Isto está escarrapachado nas primeiras linhas do NO online. Isto é Portugal no século XXI. E demonstra que o nosso país está muito doente. Quando é que teremos um governo para todos os portugueses?Entretanto, já por várias vezes levantámos a hipótese de haver mais oureenses a ocupar cargos na nova administraçao do Estado. Mas Paulo Fonseca, confrontado pelo N.O. sobre esta questao, manifesta algumas desconfianças, embora se sinta esperançado que isso possa acontecer. É que os maus resultados do PS no concelho, como que desobrigam o Partido. É o velho dilema de Ourém: o PS nao precisa de dar porque nada tem a esperar; o PSD nao precisa de dar porque tem garantido tudo. É por isso que, estando no poder seja que governo for, Ourém sabe que tem que lutar mais que qualquer outro concelho (onde as fidelidades partidárias sao mais, digamos, flexíveis) para conseguir a sua atençao.
quinta-feira, março 03, 2005
Dos amores do Redentor
Não reza a história sagrada
Mas diz uma lenda encantada
Que o bom Jesus sofreu de Amor.
Sofreu consigo e calou
sua paixão divinal
assim como qualquer mortal
um dia de amor palpitou.
Samaritana, Plebeia do Sical
Alguém espreitando te viu Jesus beijar
De tarde quando foste encontrá-lo só
Morto de sede junto à fonte de Jacob.
E tu, risonha, acolheste
O beijo que te encantou
Serena, empalideceste
E Jesus Cristo corou.
Corou por ver quanta luz
Irradiava da tua fronte
Quando disseste ao bom Jesus
“Que bem que eu fiz, Senhor, em vir à fonte”.
Letra e música: Edmundo Bettencourt
(post gamado ao amigo Santa Cita)
Bom tinha sido preservarem aquela zona pantanosa perto das piscina, umas passagens de madeira assentes sobre estacas e duas ou três plataformas para desfrutar descansadamente do espaço onde as Tiphas dominavam e nao faltavam os cágados e as galinhas de água para completar o quadro.
Tinha sido linear e civilizado!
O presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, garante que em Portugal, a poucos meses da época dos fogos florestais, não foram tomadas as medidas necessárias para evitá-los. Não foram contratados meios aéreos e no terreno não se fez prevenção.
Sweets for my sweet, sugar for my honey
Your first sweet kiss thrilled me so
Sweets for my sweet, sugar for my honey
I'll never ever let you go
If you wanted that star that shines so brightly
To match the stardust in your eye
Darling, I would chase that bright star nightly
And try to steal it from the sky
And I would bring
Sweets for my sweet, sugar for my honey
Your first sweet kiss thrilled me so
Sweets for my sweet, sugar for my honey
I'll never ever let you go
If you wanted a king to keep you smilin'
I'd tell the sandman you were blue
And I'd ask him to keep that sand a-pilin'
Until your dreams had all come true
And I would bring
Sweets for my sweet, sugar for my honey
Your first sweet kiss thrilled me so
Sweets for my sweet, sugar for my honey
I'll never ever let you go
And if you wanted a love to last forever
Darlin' I would send my love your way
And my love'd not only last forever
But forever and a day
And I would bring
Sweets for my sweet, sugar for my honey
Your first sweet kiss thrilled me so
Sweets for my sweet, sugar for my honey
I'll never ever let you go
(Pomus / Shuman)
The Searchers: Sweets for my sweet. Merecem a referência porque penso que foram responsáveis pelo primeiro vinil que eu comprei. Houve quem os considerasse quase tão bons como os Beatles, eu julgo que estão muito longe. O som tem alguma piada, na viola, mas a canção que eu gosto mais deles só a descobri já quarentão: needles and pins.


