Ourém, mais uma vez, em chamas
A indignação é grande. Como se chegou a isto?
Como se abandonou a lavoura e os campos, como não se ordenou a floresta, como não se limparam as matas e os quintais, como se permitiu que assim se construísse, como se consente que se ateiem fósforos impunemente, como nos desleixámos tanto? Todos!
Denuncio uma política que criou condições para o que está a acontecer, denuncio especulações que aproveitam das tragédias, acuso, na minha insignificante mas insubstituível indignação, os responsáveis.
(Sérgio Ribeiro in Anonimo do Sec. XXI)
Subscrevo o lamento e a revolta das vítimas que somos nós, sempre nós - os que trabalham, os que lutam, os que pagam! Mas, afinal, quem tem um fósforo para lançar o rastilho aos que com isso ganham?
(Teresa Perdigão, em comentário ao post do Sérgio)
E será que alguém com isto ganha? Quando é que a visão e ambições dessas pessoas deixam de se limitar a dinheiro, automóveis e imóveis? E o ambiente que vamos deixar aos nossos filhos e netos? E as enxurradas que se adivinham?
Parece-me claro que este sistema não consegue integrar as actvidades essenciais para evitar esta desgraça. Logo, o problema tem de ser resolvido a um nível que a iniciativa privada não suporta.
1 comentário:
Indignação, ainda é pouco. É lamentável!
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