Vejam-me esta blasfémia
E, no Barnabé, um desavergonhado sprotinguista diz que gostou muito dos jogadores do Porto, especialmente dos que estavam vestidos de preto.
Município | Valor (euros) | % | Ourém=100 |
Abrantes | 11139932 | 8,73% | 105 |
Alcanena | 4640917 | 3,64% | 44 |
Almeirim | 5193555 | 4,07% | 49 |
Alpiarça | 3044141 | 2,39% | 29 |
Benavente | 5153660 | 4,04% | 49 |
Cartaxo | 4847612 | 3,80% | 46 |
Chamusca | 6703177 | 5,25% | 63 |
Constância | 3100718 | 2,43% | 29 |
Coruche | 9912851 | 7,77% | 94 |
Entroncamento | 3136107 | 2,46% | 30 |
Ferreira do zêzere | 4558579 | 3,57% | 43 |
Golegã | 2918472 | 2,29% | 28 |
Mação | 6006514 | 4,71% | 57 |
Ourém | 10575226 | 8,29% | 100 |
Rio maior | 5859646 | 4,59% | 55 |
Salvaterra de magos | 5146732 | 4,03% | 49 |
Santarém | 12326121 | 9,66% | 117 |
Sardoal | 3353150 | 2,63% | 32 |
Tomar | 8703304 | 6,82% | 82 |
Torres novas | 8220075 | 6,44% | 78 |
Vila nova da barquinha | 3047446 | 2,39% | 29 |
Total | 127587935 | 100,00% |
Acho lamentável que alguém tome uma iniciativa que possa por em causa a construção do novo Intermarché. Lamento profundamente que "alguns" membros da Quercus procurem protagonismo numa situação destas. Tantas vezes viram a cara ao lado a atentados ao ambiente e vão agora criar um caso que apenas visa prejudicar quem quer apostar nesta terra - Ourém. A linha de leito de cheia parece estar bem definida, pelo que a partir dai é possível construir. Se vier a ser dada razão aos proprietários do Intermarché e se este vier a querer ser indemenizado, como vai ser?
Terá a Quercus tantas verbas disponíveis que possam fazer apostas destas?
O discurso foi um conjunto de promessas, que nunca serão cumpridas, já à espera que o Dr. Sampaio, deite o governo abaixo.
Depois do governo cair, Santana Lopes vai fazer o discurso do coitadinho, argumentando junto da população portuguesa que queria descer os impostos, aumentar as pensões e o Dr. Sampaio não o deixou...
A isto chama-se pré-campanha eleitoral!
Qualquer empresa privada da imprensa e da televisão tem o direito de contratar e substituir os profissionais, os colunistas e os jornalistas que entenda. Como tem o direito de aspirar a uma posição de isenção ou de ter uma linha política determinada, favorável a um ou outro partido, uma ou outra política, um ou outro grupo económico. E, desde que respeite as leis do trabalho e as obrigações contratuais, tem o direito de despedir quem não escreva, não pense ou não fale de acordo com os seus interesses. Mas também tem, evidentemente, de pagar os custos das suas decisões. Se despede alguém, se censura um comentador, se pretende dar instruções a quem se exprime, se procura fazer favores ao governo ou aos grupos económicos a que pertence, se deseja manipular a inteligência, se tenta moldar o pensamento dos seus colaboradores, se assim age, uma empresa privada não se deve depois admirar com as consequências dos seus gestos.Não são estes os únicos abusos que se podem notar na relação das pessoas com as entidades empregadoras.
Por seu lado, o Governo não tem o direito de tentar controlar a informação, canalizar recados, escolher dependentes para fazer o seu "dirty work", fazer favores aos seus amigos do Capital, enriquecer os seus aliados, nomear sistematicamente os seus tarefeiros de partido, seleccionar subservientes para as empresas em que detém poder de decisão, silenciar homens livres, forçar pessoas independentes a conformarem-se aos seus mais que suspeitos desígnios, calar adversários e asfixiar concorrentes. Nem tem o direito de escolher capitalistas ou seleccionar jornalistas.