domingo, fevereiro 20, 2005
Em Soito, as eleições foram boicotadas como forma de expressão do repúdio da população relativamente a não existir um médico de família.
Por mais anti-democrático que me possam acusar, compreendo, aceito e apoio estas formas de expressão no que de mais genuíno são em termos populares, embora sempre considere a alternativa da anulação do voto no acto de votação.
Efectivamente, chegar a um acto eleitoral sem um médico de família para a população de uma freguesia é o espelho do extremo desleixo da classe política. E, se não fossem as eleições, não sabíamos de nada.
Fazendo jus ao estatuto de velhote, às 8.30 já estava a bater à porta da minha secção de voto.
O dia, ainda frio, mostrava já uma belíssima manhã. O passeio a pé, de quase 45 minutos, foi excelente.
Pelo caminho, concluí que desta vez não havia grandes dúvidas. Iria ser o partido dos reformados, da classe operária que quase já não existe, dos desempregados, de alguns professores, do pessoal que não quer ir nesta onda...
Agora, vou esperar e aguardar pela festa dos resultados.
sábado, fevereiro 19, 2005
“O grande problema da esquerda é que as utopias não chegam a ser concretizadas e isso causa enorme desilusão. Basicamente, o centro de meu argumento é que a esquerda prometeu por aproximadamente 150 anos que, quando ela tivesse poder, transformaria o mundo. Mas isso não aconteceu”. A opinião é do sociólogo americano Immanuel Wallerstein, um dos mais importantes cientistas sociais contemporâneos. Wallerstein dirige o Centro de Pesquisas da ultraprestigiosa École des Hautes Études em Ciences Sociales em Paris. O sociólogo concedeu entrevista ao Jornal do Brasil, 23-5-04, na qual faz referência ao neologismo “Utopística”, criado por ele. Nome que também faz parte do seu livro, Utopística ou as decisões históricas do século 21. Petrópolis: Ed. Vozes, 2003.
Wallerstein reconhece que “precisamos de ideais nos quais acreditar, mas temos que ser mais analíticos em relação à realidade do mundo. Esta é a nossa tarefa por excelência, e é o que chamo de utopística. O sufixo ística, na maior parte dos idiomas ocidentais, acaba indicando um fenômeno analítico. Não se trata apenas de fazer escolhas morais, mas fazer escolhas à luz de uma visão realista sobre para onde o mundo está indo e sobre como encontrar meios políticos de se chegar lá”. Para o sociólogo não basta dizer que ‘Um outro mundo é possível’. Diz ele: “O que temos que nos perguntar é: que outro mundo é este que é possível? Temos imaginado utopias desde então e é exatamente o que não devemos fazer. O que devemos fazer é analisar o mundo real, para onde ele está indo e verificar que escolhas concretas podemos fazer”.
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
Vai ser aplicado um novo sistema de entradas nas piscinas municipais, em Ourém. O nosso venerado presidente anunciou esta decisão na última reunião da Assembleia Municipal, lembrando que, a partir do próximo Verão, as pessoas que queiram aceder ao recinto "pagarão unicamente o tempo que estiverem no complexo", o que não sucedia até ao momento.
... Recomeço
Mais uma vez a esperança no amanhã.
Já há vários comprometidos para comentar: O Sérgio que todos conhecem, embora um bocadinho mais tarde, a Teresa, outra utópica, o Byn_Tex, um revolucionário a tender para o anarquista.
E o convite estende-se a todos (Julito, Zé Rito, ZéQuim, AlSimon, ZéDomingos, Vitor, Fred...). Falemos. Só há uma certeza: a nossa terra precisa de nós, temos que a melhorar para os nossos filhos. Usem os comentários, o mail para o endereço que deixei.
Que é que estas eleições vão trazer?
Vão significar alguma coisa para a nossa Ourém?
Vão ajudar à mudança?
Talvez caso único na Europa, as últimas sondagens a que tenho tido acesso atribuem à esquerda consequente (CDU e BE) a possibilidade de uma votação entre 12,8% (JN: 7,6% na CDU + 5,2% no BE) e 14% (Público: 7% + 7%).
Que grande partido seria se aquele pessoal se conseguisse entender e se ainda se atrevesse a ir buscar aquela malta de valor e honesta do PS, do PSD e de outras formações para colaborar na construção da utopia.
E, admiravelmente, a sondagem que o Castelo vem realizando vai apresentando uns resultados animadores, embora o voto nulo esteja muito forte. Representará ela efectivamente a vontade do concelho?

Fonte:A grande fauna
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
Um fim de semana em que me será impossível estar por lá.
Fisicamente, porque mentalmente é quase sempre...
Mas seria extremamente interessante conhecer a opinião das pessoas sobre os resultados eleitorais à medida que, no domingo à noite, vão sendo conhecidos.
O que pensam?
Qual a sua importância para o que se vai passar nas autárquicas?
Era engraçado ter as opiniões do Sérgio, do skywatcher, do Jonny, do 1big, do byn_tex, da Fernanda, ...
Se quiserem colaborar, podem utilizar esta via que abrirei desde já.
E que fazer lá para o fim da tarde, depois da euforia da derrota da direita?
Haverá múltiplas interrogações: O que é que eles vão fazer? Será que se vão outra vez esquecer a que lado pertencem? Será que vão minar isto outra vez com os boys?
Há que permanecer vigilante, há que aproveitar a onda para a fazer chegar a Ourém...
Mas, lá para as seis da tarde, é possível desfrutar na Som da Tinta de mais um convívio:
segunda-feira 21 de fevereiro às 18.00
em ourém
hugo santos
poeta
escritor
professor
de raízes em campo maior
e em torres novas
foi professor em ourém
detentor de muitos prémios,
destacam-se apenas alguns:
prémio de poesia mário viegas
prémio miguel torga (romance)
prémio nacional de conto
manuel da fonseca
prémio nacional de poesia
sebastião da gama
poemas de
hugo santos
ditos por jorge lino
nas palavras do poeta, jorge lino é quem melhor diz poesia
em portugal (e o poeta, embora um fingidor…, não mente)
quarta-feira, fevereiro 16, 2005
Cor:
a esquiva anunciação da mão.
Ave
nave
trémulo e apaziguador
coração de bruma
tão de súbito chegado
que na palma se acolhe
ainda incólume.
(passagem obrigatória pela Som da Tinta)
terça-feira, fevereiro 15, 2005
Jerónimo é a surpresa positiva desta campanha. Em todas as suas intervenções, sente-se o pulsar dos problemas sociais e dos produtores. Parece uma boa pessoa.
Santana lá volta com a conversa da tributação da banca da sua autoria.
Sócrates retoma o domínio do debate e desafia Santana. Este não está rouco, mas está em baixo e na defensiva.
Com Jerónimo de fora, cabe a Louçã defender as posições da esquerda consequente. E fá-lo com a competência que se lhe reconhece.
"O Portas e o Santana fartaram-se de atacar a banca e não há nenhum banqueiro a queixar-se? Vê-se logo que os seus ataques são fogo de vista."
400000 contos perdoados ao Totta e Açores pelo governo demissionário, enquanto o pequeno empresário e o trabalhador por conta de outrem a nada escapam.
Santana: "A isenção está prevista na lei... Eu fui o primeiro ministro a pôr a banca a pagar mais do dobro". PSL tem sempre algum trunfo escondido.

As ruínas da Capela

segunda-feira, fevereiro 14, 2005
Não deixa de ser estranho, contudo, que em oitenta anos do século XX – do século XX dos mass media e da opinião pública – uma pessoa que viveu a que poderia ser descrita (neutralmente) como uma das experiências espirituais mais importantes do mundo nunca tenha dado uma entrevista sozinha, deixada em frente a dois ou três jornalistas por uma ou duas horas, circulado até quem sabe num circuito de conferências em escolas religiosas que fosse.
(continuar a ler Lúcia de Jesus)
Uma facadinha na relação com o patronato
Já tenho os olhos tortos de tanto teste ver.
Urge fazer uma paragem.
E reflectir...
Ter a consciência que estamos em campanha eleitoral.
Descobrir que já foi publicada a portaria que levará o Medieval ao mercado e que, agora, cumpre aos produtores garantir e defender a qualidade do produto.
Mas estes testes não me saiem da cabeça.
Ontem, no Público, António Barreto atacava os programas partidários relativamente à educação. Atacava por cima, como observador externo.
Eu achava bem que os partidos me respondessem:
- Como vão fazer para que os alunos entrem na UNiversidade a conhecer um mínimo de Matemática? É incrível nada sabem de Estatística...
- Como vão fazer para que os seus conhecimentos de Português sejam bem melhores?
É que, parece-me mais que demonstrado, se a resolução do problema for deixado aos actores no terreno, será cada vez pior.
Por vezes, junto ao Central, estacionava uma furgoneta carregada de livros. Era uma biblioteca itinerante. Entrávamos por ali dentro com sofreguidão em busca de umas horas de evasão. O mais simpático é que, já naquele tempo, podíamos levar os livros para casa e tê-los connosco durante um mês até nova visita.
Tornei-me um frequentador assíduo daquele espaço, até que um dia me disseram: A partir de agora, existirá uma biblioteca em Ourém, serás o sócio número 2.
Que honra! O Dr. Durão era o número 1. A nova biblioteca era perto da casa do Administrador, frente àquele chafariz que ainda resiste à sanha destruidora. Para lá me dirigi e lá continuei a procurar livros para me transportar para outras paragens.
Há dias voltei a encontrar uma daquelas furgonetas estacionada ao fundo da rua D. Carlos. Foi como que um reencontro com a Ourém do meu tempo.
sábado, fevereiro 12, 2005
"Que democracia é esta em que um partido é mais prejudicado por estar lá a comunicação social, do que por não estar?"
Pobre homem. Ele é sempre vítima. Que teria dado à comunicação para assim contribuir para uma saudável despoluição política do país?
Que pena o Dr. Santana não voltar a Ourém. Talvez com mais três ou quatro visitas, os jornalistas se convencessem a dar uma ajuda para varrer de uma vez por todas os santanetes autoclassificados como ignorantes instalados por cá.
sexta-feira, fevereiro 11, 2005
E onde andará a minha cúmplice da palavra doce que, desde o dia 26, não actualiza o blog?
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
"É necessário nao ter medo e votar na mudança, ultrapassando uma característica portuguesa que é a de ir pelo caminho que já se conhece mesmo sabendo que ele é mau, por medo de ir por um caminho desconhecido."
(Do jantar em Alburitel de acordo com o NO)
Votar... sempre à esquerda... e, se possível, à esquerda do PS!
Memórias do vinil (7)
Je suis parti sans un adieu
Il valait mieux pour tous les deux
Laisse-moi te dire, laisse-moi te dire
Je t'aimais bien
La mélodie elle est trop triste
Oh ! c'est ma vie
Ecoute-là, écoute-là
Elle est pour toi.
Cette chanson
Je l'ai chantée en criant ton nom
Ne pleure pas, ne pleure pas
Elle est pour toi
La belle histoire que l'on se racontait
Je n'ai plus rien, je n'ai plus rien
C'est ma chanson, c'est ta chanson.
(Esta era de Leiria no tempo em que os Corsários de Apolo estavam no máximo da sua força. Na Esplanada, bem protegidos pelo Castelo, ouvíamos o João Antunes, o magnífico vocalista que chegou a ir ao Zip, enquanto ele procurava exibir-se para as meninas do liceu. O Zé Domingos também foi testemunha).
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
Despotismo autárquico
Será legítimo o presidente de uma junta de freguesia atribuir as instalações de uma escola desactivada a uma associação de caçadores? Sem dúvida que sim.
Mas será isso legítimo quando a população que essa mesma escola servia tinha outra finalidade a dar-lhe e disso se conhece hoje documentação?
E quando os caçadores nem sequer são dessa localidade?
E será legítimo que os caçadores imponham os direitos conferidos pelo presidente da junta pela força das armas, como pode deduzir-se do comunicado da Associação de Cultura da Amieira?
Tenho as minhas reservas: o poder não faz sentido sem uma população a quem servir. Ora, o poder instalado em Ourém e em algumas freguesias da mesma começa a manifestar-se como totalitário, despótico.
As suas atitudes são exemplos de quem não liga nenhuma à população de determinado local, impondo-lhe o que melhor serve os seus fins e da sua clientela. Por vezes não respeitam a própria lei que elaboraram ou para a qual contribuiram de que é exemplo o PDM.
Estão em maioria e utilizam o poder para decidir o que melhor lhes convém. Isto pode parecer democrático, mas é o contrário da democracia, parecendo dar razão aos que afirmam que, nas eleições, o povo escolhe quem o vai espezinhar e oprimir.
A Amieira está a conhecer aquilo que vimos denunciando em Ourém há cerca de um ano: fazem o que querem, utilizando o poder que o voto lhes deu.
Eles estiveram reunidos nas Matas e atribuiram interesse público ao projecto. Como se isso afastasse todos os riscos associados ao mesmo, como se a natureza pudesse ser ultrapassada por uma votação baseada na fidelidade partidária. Como se não fosse possível afastar a sinistralidade de um local sem beneficiar um privado interessado numa obra na zona.
O que isto prova é que por vezes as estruturas democráticas podem ser utilizadas de uma forma preversa.
A oposição votou contra, fez o seu dever. A Quercus continuou a avisar.
Nada serviu para contrariar os desígnios daquela gente ali reunida. São verdadeiros Servos de David.
Memórias do Vinil (6)
Close your eyes and I'll kiss you,
Tomorrow I'll miss you;
Remember I'll always be true.
And then while I'm away,
I'll write home ev'ry day,
And I'll send all my loving to you.
I'll pretend That I'm kissing
the lips I am missing
And hope that my draems will come true.
And then while I'm away,
I'll write home ev'ry day,
And I'll send all my loving to you.
All my loving I will send to you.
All my loving, darling I'll be true.
terça-feira, fevereiro 08, 2005
É tudo por causa desta linda casinha que tem inúmeras recordações para as pessoas da Amieira. O que eu vejo no comunicado que se segue é um caso de polícia. Será que agora os caçadores têm direito a humilhar as populações dada a força das armas?
Para que serve a junta de freguesia?
Para que serve o Presidente da Câmara?
Para que serve a GNR?
Eis o comunicado:
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESCOLA DA AMIEIRA
Comunicado
Graves provocações e humilhações dirigidas pelos caçadores de Urqueira à população da Amieira na sua antiga escola
No dia 6 de Fevereiro de 2005 cerca das 08:00 ocorreram os seguintes factos:
Aproveitando a realização da concentração para a batida de caça às raposas pela direcção dos caçadores de Urqueira, população da Amieira reuniu-se antes da chegada dos caçadores, para uma visita à escola que tinham frequentado e onde está parte das alegrias e saberes compartilhados no passado recente de todos.
À chegada dos caçadores todos os Amieirenses presentes se encontravam em plena confraternização, pacificamente e com urbanidade recordando os tempos e experiências ali vividas.
Surgiram então caçadores com arrogância auto-afirmando-se donos e senhores daquele espaço público, com provocações, procurando o confronto com a população ali presente proferindo termos ofensivos e injuriosos.
Os Amieirenses formam impedidos de entrar dentro do edifício da escola que frequentaram. O presidente dos caçadores alertado para o sucedido, pelo presidente da Associação Cultural da Amieira nada fez.
A Associação Cultural Escola da Amieira manifesta publicamente o seu repúdio pelos factos, os quais indignaram e ofenderam profundamente a população do lugar.
A Associação tinha solicitado por carta enviada em 1 de Fevereiro ao presidente dos caçadores de Urqueira para não violar a sala de aulas conforme tinha ocorrido a 30 de Janeiro.
A Associação Cultural Escola da Amieira apelou na carta à auto-reflexão e bom senso dos caçadores, sensibilizando-os para locais próprios e melhor adequados para actos que o grupo de caçadores pratica ou pretende vir a praticar.
Foram ainda os caçadores informados dos sentimentos e ligações que os Amieirenses têm com a antiga escola da Amieira.
A ocupação do local emblemático dos Amieirenses pelos caçadores irá ser sempre um elemento de desestabilização e perturbação no bom relacionamento, da boa convivência e urbanidade existente.
A Associação Escola da Amieira interroga-se sobre a negligência do Sr. Presidente da Junta de Urqueira em responder a uma audiência pedida no dia 30 de Dezembro de 2004.
A Direcção,
Amieira, 07 de Fevereiro de 2005
Memórias do Vinil (5)
Em férias, a Nazaré era o esplendoroso destino de muitos oureenses. Assim foi até aos meus quinze ou dezasseis anos, umas vezes com os amigos outras com a família.
Quand vient la fin de l'été sur la plage
Il faut alors se quitter peut-être pour toujours
Oublier cette plage et nos baisers
Quand vient la fin de l'été sur la plage
L'amour va se terminer comme il a commencé
Doucement sur la plage par un baiser
Le soleil est plus pale mais nos deux corps sont bronzés
Crois-tu qu'après un long hiver notre amour aura changé ?
Quand vient la fin de l'été sur la plage
Il faut alors se quitter les vacances ont duré
Lorsque vient septembre et nos baisers
Quand vient la fin de l'été sur la plage
Il faut alors se quitter peut-être pour toujours
Oublier cette plage et nos baisers, et nos baisers
Et nos baisers !
segunda-feira, fevereiro 07, 2005
"Subir a idade da reforma?!!!
O Eng. Sócrates ainda provoca por aí algum sobressalto social..."
"A banca deve passar a pagar o dobro dos impostos.
Vamos acabar com o imposto automóvel."
Isto é que são promessas. O Eng. Sócrates devia aprender com o PSD, aliás, devia aproveitar um dos 650000 estágios profissionalizantes que PSL ontem prometeu.
Vivam as promessas do Dr. Santana!!!
O nosso grande caudilho...
O Peron de Portugal...
domingo, fevereiro 06, 2005
Memórias do Vinil (4)
Arrête, arrête ne me touche pas
Je t'en supplie ai pitié de moi
Je ne peux plus supporter
Avec une autre te partager
D'ailleurs demain tu te maries
Elle a de l'argent, elle est jolie
Elle a toutes les qualités
Mon grand défaut c'est de t'aimer
Arrête, arrête ne me touche pas
Je t'en supplie ai pitié de moi
Dès que tes mains se posent sur moi
Je suis prête à subir ta loi
Mais tu as préféré les grands honneurs
A la place de notre bonheur
Et, et pour garder tes ambitions
Tu as détruit mes illusions
Je sais, je sais tu m'aimes encore
L'orgueil pour toi est le plus fort
Il a vécu le grand amour
Pour garantir tes vieux jours
Il faut, il faut nous quitter sans remords
Tu es le maître de ton sort
Laisse-moi, laisse moi te féliciter
Demain, demain tu vas te marier
Chez elle tu auras le confort
Chez moi tu jouais avec mon corps
Chez elle tu vas te distinguer
Chez moi tu venais te griser
Ce soir, ce soir c'est la dernière fois
Que je te parle, que je te vois
Puisque, puisque c'est elle qui aura ton nom
Ce soir, ce soir moi je te dis non
Non ! Non !
(A lamechiche francesa em todo o seu esplendor na fase do Fernão Lopes. Chamava-se Patricia Carli, e não recordo bem o nome da canção. Recordo sim que a sonoridade era excelente e a entrada fantástica com aquele "Arrête, arrête.." pelo que se me tornou inesquecível).
O Eng. Sócrates tem razão. São precisos canais de rega para aproveitar o Alqueva, não o podemos deixar esquecer a promessa, mesmo que vá contra alguns interesses baseados no lucro.
