sexta-feira, dezembro 15, 2006

Um Natal Feliz


O OUREM vai fechar por uns dias.
"Fechar" é uma forma de dizer: não teremos oportunidade de postar, mas o blog permanece aberto.
Deixo-vos, por isso, com uma capa do Cavaleiro Andante de há cinquenta anos, da autoria de Fernando Bento. Já agora fiquem a saber algumas das magníficas séries que por lá andavam nessa altura e que ajudaram a fazer desse um Natal feliz: [Tim-Tim] Na América do Norte, Perdida na Tempestade, Baden Powell, Capitão Flamberge, [Blake & Mortimer] Enigma da Atlântida, O Senhor do Sol, [Toni & Mimi] Talismã Negro, Uma Cidade Flutuante, [Jerry Spring] Mistério do Rancho Grande, [João Paulo] A Cidade Perdida, O Pequeno Grumete, O Sargento-Mor de Vilar.
Voltaremos lá para o dia vinte sete, se não for antes. Até lá, o OUREM deseja a todos um excelente Natal.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Undelivered mail – failure notice

Hoje, oficiei as 308 câmaras sobre o início do estudo relativo à maturidade dos seus serviços de informação em 2007.
É impressionante a quantidade de mensagens devolvidas que não foram entregues ao destinatário. Ou excederam a quota, ou já não têm aquele endereço, ou... o diabo que os carregue...
Há os que chegam ao cúmulo de tapar toda a informação sobre os seus endereços e disponibilizarem caixas de correio que não admitem anexos... logo, não vão receber o inquérito. Dão o telefone, a morada, mas o email é que não.
Para já, cerca de 40 não vão ter possibilidade de responder ao inquérito: Almeirim, Barcelos, Esposende, concelhos assim...
Mas animem-se.
Três câmaras já me responderam a avisar que receberam a mensagem e oportunamente preencherão o inquérito... e...
... a mensagem para o presidente David seguiu e não foi devolvida. O que é que acham que ele vai fazer? Eu não duvido: neste aspecto, vai manter a tradição...
Poemas entrelaçados com estórias da nossa Ourém

A actividade editorial dedicada a Ourém vai prosseguir, agora com a produção do segundo volume do "Ourém em estórias e memórias", portanto, a quarta peça do projecto com o mesmo nome (que não ficará por aí).
O objectivo deste livro continua a levar-nos à exploração de recordações da doce Ourém dos anos cinquenta e sessenta tão maltratada por gentes de agora.
Estas recordações foram sendo publicadas neste blog, alternando com poemas e com legendas de canções. Resolvemos, por isso, reproduzir parte desse efeito neste livro: as estórias de Ourém são antecedidas de uma porta que é um poema de alguém de méritos já reconhecidos e que vem, assim, contribuir para a elevação das nossas humildes linhas à categoria dos seus produtos. O efeito parece-nos extremamente benéfico.
Surgem-nos, assim, neste livro poemas de Álvaro de Campos, António Gedeão, Carmen Zita Ferreira, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Joaquim Pessoa, Maria Duarte, Miguel Torga, Tolentino de Mendonça e, claro, daquele prolífero autor que teima em não vos largar.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Trinta anos do poder autárquico

Entalado pela finalização do semestre e a necessária atenção a dar a alguns trabalhos da miudagem, ainda tive, ontem, tempo para dar uma espreitadela ao congresso que se realizou no pavilhão do Atlântico assistindo a pequena parte da intervenção do ministro António Costa.
Mais responsabilidades, mais funções, mais dinheiro para as autarquias parecem estar na ordem do dia. Mas, desta vez, após consulta de resumos relativos ao congresso, gostei especialmente daquela passagem da mensagem do presidente Cavaco em que se fala em "mais ética". Creio que esta é a questão fulcral, uma questão que, em Ourém, tem projecção muito forte...
Quem parece não estar a apreciar muito tudo isto é o troglodita da Madeira, obrigado a racionalizar as despesas, como se pode notar a partir do seu discurso cada vez mais insultuoso.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

O malvado teve morte santa

- Vamos, toca agora! - gritavam os algozes ao autor de "Venceremos" depois de o agredirem brutalmente, o torturarem e lhe esmagarem as mãos à coronhada.
São imperdoáveis quaisquer actos de violência contra os que não comungam as nossas ideias. Mas, mais uma vez, o maior responsável escapou ileso, sem sequer um julgamento que lhe demonstrasse quanto mal fez às pessoas, por isso, apesar do que escrevi há bem mais de trinta anos, o Chile ainda não venceu...
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