sexta-feira, outubro 21, 2005
quinta-feira, outubro 20, 2005

O Kinas e o Baunilha
Este é um dos meus três cães, o Achado. Chama-se assim em referência à personagem canina do romance de José Saramago, A Caverna. E não só: o bicho foi mesmo achado...
quarta-feira, outubro 19, 2005
Uma prática ética e patriótica, pois então!Polícia Judiciária faz buscas em casa de Administradores do BESBancos criavam empresas fictícias para levar dinheiro para off-shores
terça-feira, outubro 18, 2005
Os números que se seguem estão em euros... e adivinhem: qual é a única freguesia que chega aos seis dígitos?
Alburitel..................................................... 27 657
Atouguia..................................................... 43 548
Casal dos Bernardos................................. 32 396
Caxarias..................................................... 40 965
Cercal......................................................... 23 387
Espite......................................................... 32 848
Fátima........................................................ 123 594
Formigais................................................... 21 961
Freixianda.................................................. 52 601
Gondemaria............................................... 27 039
Matas.......................................................... 27 525
Nossa Senhora da Piedade...................... 72 498
Nossa Senhora das Misericórdias........... 79 208
Olival.......................................................... 41 752
Ribeira do Fárrio...................................... 29 842
Rio de Couros............................................ 40 047
Seiça........................................................... 44 309
Urqueira.................................................... 44 406
Total 805 583
Ó senhores presidentes, o que é que vão fazer com tanto dinheirito?
Fonte: MApa XX - Transferências para as freguesias (Direcção Geral do Orçamento)
Curiosamente, a verba a transferir para Ourém (10575226 euros), no distrito de Santarém, apenas é inferior às de Abrantes e Santarém e é relativamente semelhante à de Felgueiras (10235188), bem inferior às de Oeiras (18489717) e Gondomar (16953728).
Fonte: Mapa XIX - tranferências para os municípios (Direcção Geral do Orçamento)
Centro Social e Paroquial Espírito Santo .............. 15000 (2002-2006)
ER349 Beneficiação Memória – Ourém ............... 1116136 (2006-2007)
Gabinete Técnico Reabilitação...Fátima ................ 5000 (2006-2008)
Bom, já não é apenas 70000. Lá vem um benefício para a estradita, mas não será com estes investimentos que Ourém sai da cepa torta.
segunda-feira, outubro 17, 2005
Um estudo inédito, hoje divulgado no Público, identifica desemprego, dependências e pobreza como os maiores problemas das freguesias do Norte e Centro do país.
Estará lá Ourém pela certa. Ourém um concelho muito marcado por profundas desigualdades entre o urbano e o rural. Ourém onde se afirma a ausência de pobreza sem qualquer estudo probatório, onde não existe qualquer Observatório Social com actividade e resultados publicados visíveis. Ourém, onde uma ida ao posto médico são horas de espera a fio e onde qualquer situação mais melindrosa implica uma deslocação em estrada à antiga para hospital a uma vintena de quilómetros.
Ourém, onde, pelas intenções anunciadas dos que dominam, não parece ir existir nada daquilo que hoje é essencial para conhecer e erradicar a pobreza em todos os aspectos do económico e do social.
domingo, outubro 16, 2005
sábado, outubro 15, 2005

Palavras, palavras, palavras...
Algumas imagens... a da capa não corresponde forçosamente à que surgirá (há mais colaboradores).
Trabalhando afanosamente para, no próximo dia 5 de Novembro, ter algo para oferecer aos amigos do Poço.
Antes da destruição que, com Catarino, se adivinha...
quinta-feira, outubro 13, 2005
Aqui, do OUREM, pedimos: reconsidere!
Acredita que quando fazia um post ia passado momentos ao CAstelo ver se lá era referido?
Acredita que colaborei com quase uma dezena de pseudónimos no CAstelo? Já nem sei quais foram...
E vamos perder isso?
Abra (mais) o Castelo aos oureenses... a motivação virá a seguir.
quarta-feira, outubro 12, 2005
terça-feira, outubro 11, 2005
É muito engraçado ouvir a crítica dos outros quando ela não produz efeitos relevantes. Dá um ar de tolerância, pluralismo, sociedade moderna. A verdade é que continuando nestes moldes, critica-se, mas eles farão o que querem. Por mandato dado pelo povo, vão continuar a destruir a minha Ourém. É sinistro, não é?
Dirão: daqui a quatro anos, há nova escolha. Então pode intervir de novo e fazer ouvir a sua voz. Posso. Com Ourém destruída. E qual a diferença em relação ao que se passou agora? Se os meios fossem exactamente iguais para cada candidato... se os programas fossem votados pelo seu conteúdo e sem as siglas partidárias a dar-lhes paternidade... De contrário, o poder fixa-se naqueles que o exercem ou vão alternando.
Interrogo-me: será mais positivo participar, ou proclamar um não à participação para deixá-los sozinhos e o sistema mostrar a sua perversidade?
segunda-feira, outubro 10, 2005
domingo, outubro 09, 2005
sábado, outubro 08, 2005
sexta-feira, outubro 07, 2005
Ourém está numa encruzilhada. Mais um mandato de Catarino e, por todo o concelho, desaparecerá o que ainda existe da terra que recebemos dos nossos antepassados.
A sua política, alicerçada numa aliança de interesses entre construtoras, especuladores e gestores autárquicos sedentos de financiamento, a cuja voracidade nada escapa, não respeita o mínimo elemento que nos recorde de outros tempos. E repare-se que essa aliança não é verdadeiramente criadora de riqueza. A atestar esta afirmação temos as casas não habitadas, os espaços comercias não utilizados, tudo reserva de valor à espera de maior valor no futuro, sem uma utilização no momento. Enfim, tudo especulação...
A candidatura da CDU é a única que se manifesta consequentemente contra essas acções e declara que, em caso de vitória, elas cessarão imediatamente.
A candidatura da CDU é, para além disso, a que preconiza a melhoria dos serviços da Câmara e a sua descentralização até às freguesias, o apoio ao pequeno e médio empresário em soluções comuns, o desenvolvimento da cultura e o apoio aos jovens, o aumento da produção, a protecção da riqueza florestal.
Mas não tenhamos ilusões.
Só será possível pôr em prática o programa da CDU se esta ganhar a Câmara. Estar em oposição é apenas a consolação do votar contra, mas derrotado. O que interessa a Ourém é uma vitória esmagadora da CDU.
Por isso, amigos oureenses, pela terra que adorávamos, quer ela se chame Ourém, Fátima, Freixianda, Seiça..., no próximo dia 9 de Outubro, votem CDU!
Apelo ao voto publicado no Notícias de Ourém
Amigos oureenses, antes de decidirem o sentido do vosso voto por um candidato que pode ter a ver com as forças que tradicionalmente têm apoiado, ou que pensam que vai ganhar, ou que vos promete subsídios e menos impostos, deixo-vos um convite à reflexão.
Pensem na Ourém de outros tempos, aquela que foi vivida pelos vossos pais e pelos vossos avós, aquela que sentiram na vossa juventude, as suas ruas, os seus jardins, as suas escolas. Pensem no ambiente amigável e de entreajuda que existia por todo o lado, na vivência lúdica das ruas onde se podia caminhar, brincar, enfim viver.
Comparem essa Ourém com a que têm. Grande parte dos elementos que caracterizavam a nossa terra, o nosso concelho, sob a responsabilidade da autarquia ou com a conivência dela, foram destruídos, ou deixados ao abandono. Não podemos caminhar pelas nossa ruas porque elas foram dedicadas à circulação automóvel e não ao peão. Não podemos desfrutar os jardins que tínhamos porque os mesmos foram destruídos e substituídos por pedra sem sentido ou por outros bem mais pobres. Algumas belos imóveis foram destruídos. Outros preparam-se para o ser. Será que algum oureense já se imaginou a viver sem o depósito e sem a fileira de casas até àquela onde o Toná muitas vezes frequentava para almoçar? Será que algum oureense apoia a destruição do que resta da aldeia de Castela? Meus amigos, isto é o contrário do que fazem noutras localidades. Olhem como o velho mercado de Tavira foi restaurado e reconvertido para novas funções e ali está cheio de força numa terra cujas ruas continuam estreitas e onde as velhas casinhas resistem.
Mas a Ourém de hoje não se esgota nos monumentais ataques à materialização da recordação da antiga. Imaginem que necessitam dos serviços da Câmara. Não sentem um calafrio só de pensar, no atendimento, nos tempos de espera, na insegurança de, apesar de terem cumprido todos os requisitos, a vossa pretensão ainda ir a despacho ao presidente? Que pode dizer que não...
Pensem na riqueza agrícola que ser perde anualmente, na completa ausência de prevenção relativamente a fogos florestais que caracteriza o poder actual tão preocupado em atribuir subsídios às vítimas...
Pensem na total ausência de estímulo protagonizado pela nossa Câmara relativamente ao desenvolvimento económico equilibrado do concelho e que quando surge está enviezado pela necessidade de apoiar os mais poderosos. E lá vem o parque de Negócios de Fátima, o tal que dizem criará mais 5000 postos de trabalho, eventualmente depois de se traduzir na ruína de uns milhares de pequenos e médios comerciantes...
A candidatura da CDU assenta em quatro elementos fundamentais:
1) respeita e preserva a terra que recebemos dos nossos pais e dos nossos avós o que fará que agressões como as que caracterizaram o actual poder nunca mais sejam possíveis, se formos eleitos e compromete-se a devolver aos oureenses tudo o que os sem-amor destruiram e for recuperável;
2) é amiga dos jovens e da cultura pelo que contempla acções, financiamentos, estágios que os poderão apoiar em termos de enriquecimento em matéria de conhecimento e em momento de inserção no mercado de trabalho;
3) procura acelerar o desenvolvimento económico através da utilização de novas tecnologias na garantia de visibilidade aos serviços e produtos do concelho pelo desenvolvimento dos portais do turismo, do móvel, do medieval e de outros produtos considerados relevantes e de qualidade para o concelho;
4) pretende alterar a maneira como a Câmara funciona, modificando a cultura da organização em ordem a ver no munícipe o sentido da função e não um estorvo e descentralizando parte dos serviços para a freguesia e até para casa do munícipe através da utilização de sistemas de informação e comunicação.
Pelas razões avançadas e por muitas outras que nem interessa explicitar para não tornar este documento excessivamente longo, pedimos o vosso voto na convicção de que a nossa candidatura (CDU) é a que melhor pode servir os interesses da nossa terra, do nosso concelho, eliminando um falso desenvolvimento centrado no grande capital e assente no compadrio e clientelismo.
Por isso, não hesitem: no próximo dia 9 de Outubro, o voto certo é na CDU!
Publicado no Ourém e seu Concelho
quinta-feira, outubro 06, 2005
quarta-feira, outubro 05, 2005
Caros Amigos.
Não sou de Ourém e nem sequer conheço, em pormenor, os programas das diversas candidaturas. Feita esta declaração afirmo o meu apoio ao Luís Vieira na sua candidatura à Câmara Municipal de Ourém.
E porquê?
Perguntarão vós, oureenses. Porque é que tu te vens meter nestas coisas?
Porque entre outras coisas não conheço pessoalmente o Luís Vieira sendo que no entanto o conheço bem. Eu explico. Não conheço o Luís senão das fotos que publicou aqui e ele se passar por mim não me reconhecerá, em absoluto. E é só esse o meu desconhecimento.
De resto conheço a sua vontade de aprender. E a sua humildade. Conheço a sua sensibilidade e o seu amor à sua terra. A sua entrega e o seu entusiasmo. A capacidade de trabalho. Tudo transparece neste “Ourém” onde ele soube e quis dar-se a Ourém.
É o Luís perfeito? Não! Que não seria benfiquista.
De resto, com a equipa que o coadjuva , a sua candidatura é uma candidatura de juventude e de competência, bem expressa no exemplo do Sérgio Ribeiro.
Não voto em Ourém, voto em Tomar e não o sendo apenas por isso, (seria menosprezar a Sílvia e o Bruno), voto CDU também como homenagem ao Luís que, sinceramente, admiro.
Com muita estima e amizade sincera.
Um abraço do
Alfredo
(aka Santa Cita, aka Bispo do Porto)
(Perdoa-me, Luís, qualquer embaraço e faz-me o favor de ser feliz!)
Caro Santa Cita, o Luís jamais esquecerá tamanha atenção chegada de um lagartão. Viva o bispo do Porto. E que a Sílvia e o Bruno consigam histórica votação com a consequente eleição.
e há cúrdias, leitões, félix, castanheiras
há henriques, ferraz, silvas e pereiras
espíritos inconformados por tão sórdido destino
merecedores d’outro que não catarino
mas que um dia terão de pronunciar
ladainha por a coragem lhes faltar:
ourém minha gentil que te partiste
para tão longe destas vida descontente
repousa lá na terra eternamente
e que eu morra de opróbrio por ser descrente...
Seriam os barões uns ladrões?
E os condes estariam estáveis?
Terão sido as armas e os barões assinalados
e os duques e os condes condestáveis
mas os bichos, os simões, os ribeiros, os vieiras
e muitos mais plebeus que tais,
que da risonha já vila nova partiram,
das plagas ocidentais oureanas abalaram,
alguns passando até as fronteiras pátrias,
ao fim de lustros voltaram (*),
uns certos ilustres, outros não, tendo tido sortes várias,
mas voltaram todos os que saudosos estavam,
e chorosos ficaram
ao verem o que tinham desfeito e feito
da terra querida e não esquecida.
Pois esses quais,
encontrando-a triste, acinzentada e acimentada,
logo, com muitos que por cá ficaram
e outros que entretanto nasceram,
levantaram alta a sua voz e preito:
querem a sua terra devolvida ao respeito,
ao que era o seu antigo trilho e o seu velho brilho,
que era o dos quintais e das ruas de antanho,
que eram os largos e ribeiras das brincadeiras,
querem, enfim, o regresso à ancestral grandeza.
E querem-no com um querer tamanho
que irão conseguir a empreza!
Quando?
O tempo o dirá, ele que tudo diz,
mas… porque não começar já a 9 de Outubro de 2005?
(*) – se nenhum a vila nova, e os castelos, as fátimas e freixiandas esquecerem, alguns nunca estas paragens perderam das vistas.
In Anónimo Sec.XXI
terça-feira, outubro 04, 2005
O Pipas, um dos magníficos bombeiros da nossa terra, considerou que a CDU era a campeã de comunicados. Fizemos apenas 42. E eles estão em local onde podem ser comentados por todos. Esta é a concretização de algo que sentimos incontornável: propor e ouvir o que as pessoas, de boa fé e sem preconceitos, têm para nos dizer.
Também, no Castelo, o António considerou as nossas propostas as mais populares. Esta palavra, popular, é um pouco traiçoeira. Em certa medida, estou de acordo, são propostas para o povo, para o trabalhador, para o estudante, para o pequeno e médio empresário. Mas são propostas consistentes que formam uma unidade que eu acho seria extremamente interessante para Ourém. Isto é, não são meras promessas prontas a ser esquecidas no dia 10...
Um terceiro aspecto que um amigo nos apontou: somos a única candidatura cuja página (a do OUREM) aponta para a dos outros candidatos. Ultimamente descurámos os links e estamos em dívida para com muitos bloggers que nos apontaram e para uma das candidaturas, mas tudo isto é falta de tempo...

É a que Vidas Lusófonas nos traz... concorde-se ou discorde-se de partes da bibliografia.
segunda-feira, outubro 03, 2005
Sérgio Ribeiro
Os condes, os condestáveis e os vieiras assinalados
que da risonha Ourém partiram
e a ela voltaram
(sem nunca a terem deixado)
encontrando-a triste e acimentada.
Esses que tais a querem devolvida
ao antigo trilho e brilho
(que era o dos quintais e ruas de antanho)
à ancestral grandeza.
E com um querer tamanho
que conseguirão a empreza!
Na Cafeteira, Pedro Figueiredo continua a sua batalha contra a prestação da CDU. Não sei o que move este jovem contra a minha pessoas. Eu estou-me nas tintas que ele esteja a favor ou contra as nossas propostas, mas que traga não verdades é lamentável. Vejamos a sua contribuição venenosa de ontem.
Luis: O que está em questão é o Pedro ter afirmado que se estava a subsidiar as pessoas mais gastadoras. Mantenho que a proposta do CDS é interessante. E qual é o problema, Pedro? Será que tudo o que vem dos outros é mau só por terem o estigma do CDS, do PSD, da CDU?
Luís: não está a ser verdadeiro, Pedro, mas não me vou repetir...
Luís: tem toda a razão, Pedro. Como aliás se pode ler no seu blog:
NA: Já agora, por curiosidade, no debate que tu ouviste onde é que a candidatura da CDU teve um "discurso completamente ultrapassado"?
Pfig:
...
...
a sugestão de levar pessoas "á ópera" (só esta dava quase uma tese em ciência política sobre o comunismo)
...
podia continuar, mas não vale a pena.
Pfig: o luís...aproveita logo para me mimar com a acusação de arrogância cultural, quando é a sua própria proposta que fala exclusivamente em espectáculos de teatro, bailado, ópera, música clássica como aliás poderá ler no post que escreveu. afinal parece que a cdu e o luís é que sabem o que é que as pessoas devem ver ou ouvir!
Luís: Leia melhor. Não vê as reticências no final? Elas indicam que a enumeração não terminou que pode ser enriquecida com a colaboração das pessoas. E convença-se: ninguém as quer obrigar a assistir - vão se quiserem.
Pfig: por último gostava de referir o gozo que me dá ver um conjunto de pessoas que batem com a mão no peito cada vez que se fala em democracia mas não conseguem lidar com o facto de poder haver quem não concorde com eles (convido-os a lerem os comentários no blog do luís à sua entrada justiceira). nada de novo a oeste, portanto.
Luis: Pois a mim dá-me profunda tristeza ver um jovem com a inteligência e cultura do Pedro tão preso ao facciosismo e ao sectarismo. É tipicamente um “provocador da repressão” para dizer que “há repressão”. É o que sai do país para caluniar os seus dirigentes e fingir que o vai libertar, só porque não concorda com qualquer aspecto estruturante de uma força que seja conjunturalmente dominante. O Pedro é um liberal apenas para satisfazer o seu egoísmo. No restante, é o ditador em tudo semelhante às caricaturas que cria daqueles que nos pretende associar...

Ora aqui está um desenho fiel ao modelo. Um presidente sem barriga, sempre pronto a negociar à esquerda e à direita, mas com monumental respeito pelo passado e pelos princípios.
domingo, outubro 02, 2005

Uma pequena parte dos participantes

E éramos tantos todos no Xico de Santo Amaro, ultrapassando todas as expectativas.

Música magnífica

Vieram também alguns amigos da Brigada Vitor Jara: o Manuel, a Catarina e o Luís que nos deliciaram com algumas interpretações (daquele património de música popular que os exterminadores ainda não conseguiram destruir).
Falaram a Margarida, o Sérgio, eu e o Artur (Seiça).

Há que ouvir os presidentes

Na minha intervenção, referi a minha satisfação por estar como independente nas listas da CDU organização cuja base doutrinária em Marx e Engels tem muito a ver com aquilo em que acredito. Referi o perigo que a eleição de Catarino representa. Expliquei porque não apoiávamos outras forças que também se opõem a Catarino: nunca nos consideraram um parceiro e não têm os pontos do nosso programa. Apresentei os quatro pontos fundamentais da nossa candidatura (respeitar e preservar Ourém, apoiar a cultura e os jovens, apoiar os agentes económicos, descentralizar os processos da Câmara). Apelando ao voto na CDU, não deixei de considerar que se trata de um momento importante de consciencialização para a evolução para uma sociedade superior.
sábado, outubro 01, 2005
sexta-feira, setembro 30, 2005
Também em “a cafeteira”, Pedro Figueiredo diz cobras e lagartos da minha prestação e do programa CDU. Eu até tenho alguma estima pelo Pedro, mas acho que ele não foi honesto. Deixei uma resposta no blog do Pedro, mas como a mesma não apareceu (talvez por minha culpa na utilização) resolvi-me a responder aqui. Vejamos então alguns dos seus argumentos:
Pfig: Apoiou (aliás, durante algum tempo cheguei a pensar se não estaria a fazer campanha por eles) a proposta do cds/pp que visa premiar quem mais água gasta, quando a água é possivelmente o bem mais escasso do planeta
Luis: Não é verdade. Disse que a ideia do CDS de acordo com a qual a taxa poderia variar em função do tamanho da família, com o objectivo de a tornar mais baixa para as famílias numerosas, era interessante.
Pfig: · Tirando uma referência a esses filhos do planeamento centralizado que são os anéis de asfalto, o concelho de ourém resumiu-se, neste debate, à sede de concelho.
Luis: É falso. Os sistemas de reservas beneficiariam dominantemente a hotelaria de Fátima. As agressões urbanísticas são por todo o concelho. A descentralização de funções da Câmara envolveria todas as freguesias e eventualmente outras localidades. O apoio aos jovens é destinado aos jovens de todo o concelho. A rede digital de bibliotecas envolve as unidades de todo o concelho. Qualquer medida da CDU não é restringida a Ourém
Pfig: A sugestão de levar pessoas à ópera... é um discurso completamente ultrapassado
Luís: Pobre Pedro Figueiredo! Os seus gostos é que comandam! A sua cultura é que é! Ele é o centro do mundo. O génio! Talvez o génio do insulto.
Pfig: No meio da discussão sobre a derrama conseguiu dizer que a mantinha, dando a entender que até se devia aumentar
Luís: Não é verdade. O que disse é que acho demagógico que se faça campanha com impostos e taxas sem um plano claro de reduzir a despesa. Disse ainda que podem baixar a derrama e o IMI, mas, se nada mais mudar, serão todos os portugueses quem, por outra via, vai pagar.
O autor da coluna do centro no NO diz que este vosso amigo parecia ter vindo de Marte e que não sabia sequer que havia aquilo para as pessoas que querem trabalho, da Univa, onde os sobrinhos do dito tinham arranjado trabalho.
Há que esclarecer uma coisa. O que se disse no debate é que o Univa deveria passar a ser um serviço em linha, utilizável na Internet e não uma coisa tão escondida como a enunciada pelo presidente David já que um sistema destes tem, pela sua natureza, de ser transparente.
Dadas as preferências manifestadas pelo autor da coluna do centro não me admira, aliás, absolutamente nada, que os seus sobrinhos tivessem arranjado trabalho através do actual sistema pouco transparente. É mesmo isso que queremos que acabe.