O Guardião meteu água
Calma! Calma! Calma!
Anda uma pessoa a aproveitar o merecido descanso dos fins de semana outonais em manhãs e tardes calmas e com esta temperatura tão macia, vem ao blog e aparece-lhe o pessoal todo assanhado...
Não pode ser. O assunto não merece tanto.
É verdade que confessei a um ou dois guardiões uma certa mágoa por não ter conseguido publicar em termos comerciais o "Ourém em estórias e memórias". Já relativamente ao CD não fazia qualquer sentido.
Mas não foi passada a qualquer guardião procuração para as palavras que constam do terceiro daqueles comentários. Nada pode beliscar o mérito da actividade da Som da Tinta em Ourém e por Ourém. A verdade é esta e só esta.
Por isso, o Ourem pede desculpa aos responsáveis da editora pelas palavras parvas, loucas e irresponsáveis daquele guardião.
O Ourem está satisfeito com a animação que a anunciada produção de "A história triste de Branca Flor" tem suscitado, mas não quer que isso sirva para atacar quem quer que seja entre as pessoas que nos são queridas e o Sérgio é uma delas. Por isso, ou os meus amigos ganham juízo ou fecho esta gaita e não desvendo mais nada sobre o conteúdo da obra.
Para que fique claro: não preferimos edições de autor. Só optaremos por uma edição nesses moldes se nenhuma editora manifestar interesse na publicação ou não o fizer atempadamente para poder ser distribuída entre os membros do Poço (próximo almoço/convívio em 3 de Novembro de 2007). Cumpro sempre aquilo que prometo.
E oxalá isto fique por aqui, pois pretendemos, na próxima semana, dar mais formidável avanço à obra e brindar os nosso amigos pelo menos com mais três pormenores:
- a ponte dos desnudados;
- a sova no Falinhas Mansas;
- o encontro com o Orelhas Moucas.
Estejam, portanto, os meus amigos calmos e atentos.
Calma! Calma! Calma!
Anda uma pessoa a aproveitar o merecido descanso dos fins de semana outonais em manhãs e tardes calmas e com esta temperatura tão macia, vem ao blog e aparece-lhe o pessoal todo assanhado...
Não pode ser. O assunto não merece tanto.
É verdade que confessei a um ou dois guardiões uma certa mágoa por não ter conseguido publicar em termos comerciais o "Ourém em estórias e memórias". Já relativamente ao CD não fazia qualquer sentido.
Mas não foi passada a qualquer guardião procuração para as palavras que constam do terceiro daqueles comentários. Nada pode beliscar o mérito da actividade da Som da Tinta em Ourém e por Ourém. A verdade é esta e só esta.
Por isso, o Ourem pede desculpa aos responsáveis da editora pelas palavras parvas, loucas e irresponsáveis daquele guardião.
O Ourem está satisfeito com a animação que a anunciada produção de "A história triste de Branca Flor" tem suscitado, mas não quer que isso sirva para atacar quem quer que seja entre as pessoas que nos são queridas e o Sérgio é uma delas. Por isso, ou os meus amigos ganham juízo ou fecho esta gaita e não desvendo mais nada sobre o conteúdo da obra.
Para que fique claro: não preferimos edições de autor. Só optaremos por uma edição nesses moldes se nenhuma editora manifestar interesse na publicação ou não o fizer atempadamente para poder ser distribuída entre os membros do Poço (próximo almoço/convívio em 3 de Novembro de 2007). Cumpro sempre aquilo que prometo.
E oxalá isto fique por aqui, pois pretendemos, na próxima semana, dar mais formidável avanço à obra e brindar os nosso amigos pelo menos com mais três pormenores:
- a ponte dos desnudados;
- a sova no Falinhas Mansas;
- o encontro com o Orelhas Moucas.
Estejam, portanto, os meus amigos calmos e atentos.





































